O Jogo
Carciano é um dos novos defesas-centrais do Belenenses e, nas partidas que já efectuou pelos azuis do Restelo, mostrou credenciais. Todavia, no amigável de anteontem com o Setúbal, o técnico Casemiro Mior colocou-o como jogador mais recuado do meio-campo, uma posição desconhecida para Carciano até então e que normalmente é assegurada por Gómez. “Foi uma experiência nova. Nunca tinha jogado nessa posição, mas estou a gostar“, afirmou o atleta, que em 2006 também actuou algumas partidas a lateral-direito.
Para já, a questão da disposição táctica escolhida por Mior não preocupa o central, de 27 anos, cujo pensamento passa por “ajudar o Belenenses a conseguir vitórias“.
Aliás, Carciano acrescenta que a formação do Restelo tem evoluído de jogo para jogo. “A equipa está a crescer cada vez mais. Estamos a soltar-nos e a ter mais posse de bola“, salienta, dando como exemplo o encontro com o Mafra, em que, mesmo com a segunda equipa, os jogadores do Belenenses “estiveram muito bem“. Para Carciano, os azuis do Restelo têm evidenciado entrosamento, embora haja ainda uma lacuna. “Há que ter um pouco mais de tranquilidade na hora de finalizar“, atira o ex-jogador do Villa Nova.
Carciano revela também que ainda não teve tempo para conhecer a cidade de Lisboa, mas no futuro até poderá passear pela capital portuguesa com a família. É que a mulher e o filho, de seis anos, já se encontram em Portugal, algo que deixa muito satisfeito o central belenense, que passará a contar com maior suporte afectivo. “A família é o alicerce de qualquer jogador“, conclui.
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